2016 com Novidades

O rádio do rugby nacional ganhará um novo formato neste novo ano que se inicia.

Em um trabalho da Rádio Estação Web (REW) de Porto Alegre/RS, o “Estação Rugby Clube”, programa pioneiro no país, entrou no ar em 20/9/2013. De lá pra cá foram 111 edições que levaram Brasil afora mais informações, notícias, quadros curiosidades e entrevistas com os protagonistas do esporte que tanto amamos.

A partir de terça-feira 19 de Janeiro ele terá o formato de podcast e será produzido pela Central 3, de São Paulo. Juntamos os esforços da REW e do Portal do Rugby (maior site de notícias da modalidade no País) e continuaremos a levar para o nosso público toda a paixão que temos pelo rugby. Curiosidades, dicas, entrevistas, atrações não vão faltar!

Não percam! Semanalmente a partir de terça-feira, dia 19, das 15h às 16h. Apresentação de Virgílio Neto e Victor Ramalho.

Um feliz 2016 a todos, com muita saúde, harmonia, prosperidade e muito rugby!

Saudações ovaladas a todos!

 

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Mundo Oval

10 dias de Copa do Mundo. 19 partidas, com média de público de 51.201 pessoas. Jogos excelentes, de encher os olhos. Duelos de Titãs, como o Inglaterra x País de Gales do último sábado; o Escócia x Estados Unidos, do último domingo. Felizmente em 19 jogos, nenhum cartão vermelho, para o bem do esporte.

No entanto vê-se cada vez mais competitividade e profissionalismo entre as principais seleções do mundo: Inglaterra, País de Gales, África do Sul, Austrália, Nova Zelândia, Irlanda e França. A competitividade aumenta mas a diferença diminui de pouco em pouco. O Japão superou os poderosos Springboks (África do Sul) neste Mundial. O país que não acompanhar este crescimento terá toda a sustentabilidade do rugby local comprometida. A Itália é um desses casos. Sem seleção de 7s e com uma seleção de XV que não se renova. Por outro lado, trabalham incansavelmente o Japão, a Argentina e os Estados Unidos. Com menos recursos (humanos e financeiros), o Uruguai trabalha para o crescimento e desenvolvimento. Fora do Mundial, o Brasil, através da Confederação nacional, Federações estaduais e clubes trabalha muito bem esse crescimento, de maneira sustentável.

Por fim, o crescimento e desenvolvimento sustentados na Disciplina, no Respeito, na Integridade, Solidariedade e Paixão, pilares – hooker, segunda-linha, asas, oitavo, scrum-half, abertura, pontas, centros e full-back – deste jogo apaixonante.

Japoneses comemoram vitória sobre os Boks por 34 a 32

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5 Lições do Rugby para os Negócios

Adaptado de Jim Lusty

O rugby é um esporte nobre e muito se pode aprender com o comprometimento e orgulho dos seus jogadores. Entretanto, neste ano de Copa do Mundo, as pessoas nos negócios poderiam aprender uma ou duas coisas com o rugby?

rugby

O esporte é um grande guia para os negócios. Não apenas nos proporciona bem-estar e vitalidade, mas também valores que podemos incorporar nos negócios, contribuindo para uma maior produtividade, foco, engajamento e, ao mesmo tempo, aproveitar a vida.

Este ano de 2015 é um grande ano para o rugby com a realização do Mundial, em Setembro. A modalidade é um grande exemplo dos seus valores, de que para alcançar o topo, o mais importante é jogar o jogo, o placar é consequência.

O que algumas das principais equipes de rugby do planeta fazem para se manter no topo?

1. Anulam o ego

Quando Graham Henry assumiu como treinador dos All Blacks depois do fracasso do Mundial de 2003, ele estabeleceu a reconstrução da equipe mais bem sucedida do rugby. Ele enfatizou o caráter individual e a liderança pessoal para o lema: “Melhores pessoas fazem uma melhor Seleção Nacional.”

“Quando alguém veste uma camisa, representa todos aqueles que já a vestiram alguma vez.”

Passou a selecionar os jogadores com base no caráter e no talento. Como resultado, alguns dos melhores jogadores da Nova Zelândia nunca vestirão a camisa preta dos All Blacks, um vez que o ego deles, de tão grandes, prejudicam o ‘Whanau’ (palavra Maori para “Núcleo Familiar”). Os ingleses chamam isso de “Band of Brothers”, que significa que nenhum jogador é maior que a equipe.

O líder bom e criativo não se leva tão a sério. Ri de si mesmo e está sempre a ousar e experimentar coisas novas. Egos elevados comprometem a criatividade.

Concentre toda a sua energia em recrutar as pessoas certas, confie no seu “taco” e resista na pessoa certa. Parafraseando Dan Jacobs, chefe de Novos Talentos da Apple: “I’d rather have a hole in my team than an asshole in my team”! (‘Prefiro um buraco na minha equipe do que um babaca na minha equipe’)

2. Estabelecem padrões explícitos

Sir Clive Woodward, antigo treinador da seleção inglesa, é famoso por ser inovador e assumir riscos. Estabelecer padrões foi fundamental para que ele conduzisse a Inglaterra ao título na Copa de 2003.

Ele estabeleceu que todos se vestissem adequadamente, usassem os telefones celulares apenas em seus quartos quando em descanso e desenvolveu um “Tempo Vince Lombardi” (inspirado pelo treinador de futebol americano do Green Bay Packers), em que todos chegavam às reuniões com 10 minutos de antecedência.

A crença de que “campeões devem se comportar como campeões antes de eles se tornarem campeões”. Ele não impôs esses padrões. A própria equipe designou ‘guardiões’ para lidar com quem não respeitasse o acordo.

Os All Blacks falam sobre “compromisso pleno” através de ações, não de palavras. Os jogadores adiantam seus relógios em 10 minutos, assim ninguém se atrasa. A fim de se assegurarem de um de seus valores-chave, de que a humildade corre dentro dos seus próprios ossos, é fácil encontrar após um jogo os All Blacks arrumando e limpando um vestiário.

Pergunte a você mesmo que padrões estabeleceria, para que fizessem uma grande diferença no seu dia-a-dia.

3. Têm um “Propósito Compartilhado”

Um claro sentido de propósito foi provado pela pesquisa da National Geographic sobre os segredos da longevidade. Os japoneses chamam isso de “Ikigia”, que significa ‘sua motivação para acordar pela manhã’. Quanto mais fácil você articular a sua Ikigia, mais longeva e preenchida a sua vida será.

Stuart Lancaster apontou isso quando ele assumiu a seleção inglesa. Ele pediu a todos os pais dos atletas que escrevessem sobre o que significava para eles terem seus filhos jogando pela Inglaterra. Ele também pediu isso aos ex-jogadores, sobre o que significava representar o País. Stuart sabia que, se ele pudesse confiar em um propósito maior, a equipe poderia ter um melhor desempenho, uma vez que isso significaria mais para todos aqueles que estão envolvidos.

Os All Blacks tratam disso como “deixar a camisa em um patamar acima daquele que você a encontrou”, lembrando que quando você veste a camisa, você está representando todos aqueles que uma vez já vestiram e todos que a vestirão depois de você. Você é parte de um legado.

Esqueça-se dos dias de saúde e segurança. Envolva o coração das pessoas, as faça sentirem-se parte de algo especial.

4. Estão sempre a aprender, sempre a crescer

Sir Clive Woodward menciona “ensinabilidade”, que significa estar ciente e com sede de crescimento, desenvolvimento, de fornecer e receber um feedback.

Nós todos somos marcas e, queiram ou não, as pessoas nos julgam baseadas em como nos comportamos e agimos de acordo. Os melhores líderes criativos têm consciência da sua marca pessoal e estão constantemente demandando por um feedback naquilo em que são bons e onde eles podem melhorar.

Isso transmite uma forte mensagem de que você está sempre em busca do crescimento e desenvolvimento.

Estimulem, desafiem e encorajem o feedback dentro das pessoas da sua equipe e você os influenciará para que alcancem algo maior.

5. Estão preparados para a pressão

Um dos critérios-chave para a seleção da sua equipe campeã mundial em 2003 foi baseado na habilidade individual de agir sob pressão. Seu tema era “TCUP” (“Thinking Creatively Under Pressure” – ‘Pensar Criativamente Sob Pressão’).

Depois do fracasso na Copa de 2007, os All Blacks trabalharam com um psiquiatra forense para ajudá-los em como o cérebro trabalha sob pressão. A linguagem que eles usam agora é esta:

Cabeça quente; faltam recursos, fora de serviço, em pânico e ineficiente.

Cabeça fria; estado ótimo, em serviço e a operar na melhor habilidade.

Os jogadores, com isso, desenvolveram seus atalhos para “mudarem a chave” da “cabeça quente” para a “cabeça fria” durante um jogo.

O estado em que você se encontra em qualquer momento tem mais impacto do que a sua habilidade. Nos negócios isso pode facilmente tornar-se hábito e rotina.

Brandon Steiner, em seu livro “You Gotta Have Balls”, explica o quanto os atletas mais bem sucedidos se importam mais em ‘jogar o seu jogo’ e não com o placar. Steiner interpreta isso com o propósito “faça o melhor que puder, para a maior quantidade de pessoas que puder, com a maior frequência que puder, sem esperar nada em troca”.

Não se desespere com o que você pode ter em troca. Não se preocupe em quanto você vai receber em dinheiro com isso. Ser generoso sem se preocupar com o placar fortalece o seu espírito, mantém você concentrado nas pessoas que fazem e ajudam a alimentar o sucesso.

Esteja alerta aos “negócios como os de costume”. Inove na maneira de trabalhar. Faça um plano para algumas surpresas, surpreenda as pessoas (de maneira positiva) e inevitavelmente eles estarão mais abertas e criativas. Faça do seu jeito para se concentrar no seu jogo, e não no placar.

Grande ano para o rugby, grande ano para os negócios. Faça acontecer.

#CulturaDeRugby

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São Carlos recebeu curso em Gestão do Esporte

Cópia de Curso26Jul2015

A Associação Esportiva Rugby São Carlos recebeu no domingo dia 26 de Julho a primeira edição do Mini-Curso em Gestão do Esporte para clubes, ligas e federações de rugby, organizado pelo “Rugby Clube” em parceria com a ABRAGESP (Associação Brasileira de Gestão do Esporte). Foram ao todo nove participantes, de clubes do Médio Tietê, Centro-Leste e Norte paulista.

O mini-curso transmitiu conteúdo sobre Gestão Estratégica do Esporte, Comunicação Estratégica no Esporte e Marketing Esportivo.

Fiquem atentos na aba “Mini-Curso” deste site para mais edições e novos eventos!

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Estação RC na Copa do Mundo

Há pouco mais de 1 ano e meio todas as sextas-feiras levamos ao ar um programa de webrádio que trata o rugby com exclusividade, que mostra quem faz e como é o dia-a-dia do rugby brasileiro. Temos uma audiência média de 800 acessos únicos por programa espalhados por todo o País e exterior. Com as emissoras que retransmitem nosso sinal, alcançamos 30 mil ouvintes aproximadamente.

Em função do crescimento do esporte no Brasil, queremos através do rádio poder levar ao público brasileiro tudo o que o rugby representa em escala global, através da cobertura da Copa do Mundo, nos meses de Setembro e Outubro, na Inglaterra. Ao mesmo tempo, queremos cobrir o evento para que saibam que somos de um País apaixonado pelo rugby e que cultiva os valores e a cultura do esporte.

Para tornar a ideia viável, criamos um projeto de financiamento da viagem à Inglaterra e transmissão do evento no “Catarse”, a fim de que amigos e ouvintes ajudassem-nos a fazê-la acontecer de verdade. Confiram o vídeo que conta um pouco da nossa história e nosso propósito:

Caso queiram contribuir ou mesmo para saberem mais detalhes sobre o projeto, acessem catarse.me/rugbyclube

Obrigado pela atenção, pelo tempo dedicado à leitura desta mensagem e saudações ovaladas!

Mais informações também podem ser encontradas aqui no nosso site e nas redes sociais cujos links estão abaixo:

facebook.com/CulturaRugbyClube

@rugbyclube

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O Rugby e o Empreendedorismo

10 coisas que os empreendedores podem aprender com o rugby

Texto adaptado de Simon Hurry

nazionale-rugby-italia

Nos meus tempos de estudante, eu não era muito diferente em relação aos meus alunos – eu aguardava pelo fim do dia, quando a prática esportiva começava. A melhor estação do ano, certamente, era o inverno, o que significava que eu treinaria rugby. Honestamente eu nunca gostei tanto assim de jogar rugby, mas sim ser treinador. Talvez seja por que eu frequentemente era ‘esmagado’ pelos joelhos dos adversários mais fortes e grandes. Eu e a dor nunca fomos bons amigos. Mais fácil motivar outra pessoa para isso do que eu.

Olhando para trás noto que há alguns fortes paralelos entre minha jornada como empreendedor e os meus dias de rugby (como jogador e como treinador). Gostaria de dividir alguns deles com vocês:

  1. Os negócios são uma queda de braço. Você tem que lutar pelo que quer e pelo que acredita. Nada vai ser dado para você. A chave aqui é que a vida consiste em andar 3 passos pra frente, 5 para trás, 10 pra frente, 2 pra trás. No final, quantas vezes você cruzou a linha do in goal?
  1. A paixão só vai ser útil nos primeiros 5 minutos. Paixão é uma emoção e uma vez que passados os discursos e as conversas táticas, o trabalho duro começa. E não há nada mais glorioso do que o trabalho duro. É suado, sangrento e ingrato, mas move montanhas.
  1. Vão te bater forte. E algumas vezes quando você não estiver olhando. Rugby é um jogo físico. Se você não gosta de ser tackleado, não jogue. O mesmo com o seu trabalho. Se você não gosta das pancadas fortes, caia fora.
  1. Bata ou seja batido. Se você é passivo no tackle, hesitante ou simplesmente abaixa a cabeça, você pode se colocar em sério perigo. Não evite problemas. Vá pra cima deles, se posicione bem e vai para o contato, e forte. Esteja certo de que eles foram para o chão, senão eles podem continuar.
  1. O rugby tem regras. Se você se incomoda em perceber as regras para usá-las ao seu favor, você poderá ser advertido e tomar um cartão amarelo ou um vermelho, e ficar fora do jogo. Não poderá culpar ninguém, senão a si próprio. As regras determinam o jogo e o tornam possível. Leve o tempo que for para entendê-las.
  1. Jogue o seu jogo. O rugby é imperdoável para a equipe que tenta jogar o jogo da outra equipe. Entenda o que a sua oposição faz, mas não a imite. Aprenda com eles, mas jogue o seu jogo.
  1. Proteja a bola a todo o custo. Se você não tem a bola, não tem como pontuar. Pior ainda, você vai ter que se defender, e isso é duro, muito desgastante. Então, qual é a sua bola? Em que você tem que estar agarrado a todo o custo? Se você perdê-la, estará em perigo.
  1. Diversidade é força. Rugby é jogado por 15 jogadores que possuem distintas funções cada um. Toda função é uma importante peça dentro de um quebra-cabeça gigantesco. Você não pode simplesmente trocar a posição. O que você prefere: cercar-se de pessoas iguais a você ou se preparar para saber quem você precisa e quando?
  1. O rumo da bola. Uma bola de rugby é peculiar porque tem uma quicada imprevisível. A vida é como uma bola de rugby. Um dia ela pode pingar para o lado a favor e você ganhar o jogo. No outro, pingar pro outro lado e você se perder todo. A mesma bola. A mesma circunstância. Se você não entender isso, vai se dar mal. Faça o que for necessário para controlar o quique da bola, mas não leve isso para o lado pessoal.
  1. Jogue dentro dos espaços. A chave no rugby é criar espaços, assim o jogador pode ganhar território. O mesmo com o seu negócio. Crie espaços e ocupe-os o mais rápido que puder.

Mas acima de tudo, não se esqueça de que você está jogando. E essa é a parte mais fácil. Por que você ama isso tudo.

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